29 de July de 2014 em Segurança Cidadã

Pesquisa sobre violência nas escolas é apresentada na Defensoria Pública do Estado

O estudo foi realizado em 20 escolas municipais e indicou que o bullying e a indisciplina são os principais causadores de conflitos


Uma equipe da Prefeitura de Fortaleza apresentou o estudo a defensores públicos em busca de parcerias para novas formas de mediar conflitos

Uma equipe da Coordenadoria de Mediação de Conflitos da Secretaria Municipal de Segurança Cidadã (Sesec) se reuniu com representantes da Defensoria Pública do Estado para apresentar uma pesquisa sobre a “Percepção da Violência e dos Conflitos nas Escolas”. O encontro, realizado no último dia 24 de julho, na sede da Defensoria Pública do Estado, também teve o objetivo de buscar parcerias que estabeleçam novas formas de mediar conflitos e disseminação de uma cultura de paz.

Na oportunidade, os servidores da Sesec Tatiane Castro, Ítalo Borges e Mara Siqueira foram recebidos pelas defensoras públicas Karine Matos e Érica Albuquerque, que se surpreenderam com a qualidade da pesquisa. O estudo foi realizado em 20 escolas municipais e revelou a necessidade de se criar nesses equipamentos espaços para a utilização do diálogo como principal recurso na resolução das questões.

A pesquisa envolveu alunos, professores e contou com o apoio da Secretaria Municipal de Educação (SME), da Fundação Terre des Hommes Lausanne no Brasil (Tdh) e do Ministério Público do Ceará (MP/CE), que estabeleceram critérios como o índice de violência no bairro, a evasão e a violência escolares. Estudantes do 5º ao 7º ano e funcionários das escolas responderam a questionários, totalizando 688 pessoas.

A análise indicou que a maior parte dos conflitos ocorre no período da tarde, sendo o bullying, as brigas e a indisciplina os principais causadores de problemas. Quando questionados sobre o que poderia ser feito para contornar os embates, 17% dos alunos disseram que deveria existir um espaço para mediar conflitos na própria escola. Outros 15% destacaram mais atividades interativas e 13% palestras informativas.

Após a apresentação, a defensora Karine Matos definiu como encaminhamentos a avaliação do convênio de parceria entre a Secretaria Municipal de Segurança Cidadã e Defensoria Pública, novos cursos de capacitação voltados para o Pelotão de Segurança Escolar e a promoção de um encontro nas escolas com o intuito de propagar uma cultura de paz.

Pesquisa sobre violência nas escolas é apresentada na Defensoria Pública do Estado

O estudo foi realizado em 20 escolas municipais e indicou que o bullying e a indisciplina são os principais causadores de conflitos

Uma equipe da Prefeitura de Fortaleza apresentou o estudo a defensores públicos em busca de parcerias para novas formas de mediar conflitos

Uma equipe da Coordenadoria de Mediação de Conflitos da Secretaria Municipal de Segurança Cidadã (Sesec) se reuniu com representantes da Defensoria Pública do Estado para apresentar uma pesquisa sobre a “Percepção da Violência e dos Conflitos nas Escolas”. O encontro, realizado no último dia 24 de julho, na sede da Defensoria Pública do Estado, também teve o objetivo de buscar parcerias que estabeleçam novas formas de mediar conflitos e disseminação de uma cultura de paz.

Na oportunidade, os servidores da Sesec Tatiane Castro, Ítalo Borges e Mara Siqueira foram recebidos pelas defensoras públicas Karine Matos e Érica Albuquerque, que se surpreenderam com a qualidade da pesquisa. O estudo foi realizado em 20 escolas municipais e revelou a necessidade de se criar nesses equipamentos espaços para a utilização do diálogo como principal recurso na resolução das questões.

A pesquisa envolveu alunos, professores e contou com o apoio da Secretaria Municipal de Educação (SME), da Fundação Terre des Hommes Lausanne no Brasil (Tdh) e do Ministério Público do Ceará (MP/CE), que estabeleceram critérios como o índice de violência no bairro, a evasão e a violência escolares. Estudantes do 5º ao 7º ano e funcionários das escolas responderam a questionários, totalizando 688 pessoas.

A análise indicou que a maior parte dos conflitos ocorre no período da tarde, sendo o bullying, as brigas e a indisciplina os principais causadores de problemas. Quando questionados sobre o que poderia ser feito para contornar os embates, 17% dos alunos disseram que deveria existir um espaço para mediar conflitos na própria escola. Outros 15% destacaram mais atividades interativas e 13% palestras informativas.

Após a apresentação, a defensora Karine Matos definiu como encaminhamentos a avaliação do convênio de parceria entre a Secretaria Municipal de Segurança Cidadã e Defensoria Pública, novos cursos de capacitação voltados para o Pelotão de Segurança Escolar e a promoção de um encontro nas escolas com o intuito de propagar uma cultura de paz.