02 de Setembro de 2026 em Saúde IMPRIMIR

Campanha de Multivacinação encerra com 214 mil doses de vacinas aplicadas

Estratégia busca atualizar a caderneta de vacinação a fim de garantir a proteção contra doenças imunopreveníveis


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Ao todo, 214.758 doses de vacinas foram aplicadas durante a Campanha de Multivacinação, realizada pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), entre os dias 3 de agosto e 1º de setembro. Desse total, 103.540 doses foram aplicadas em crianças e adolescentes menores de 15 anos, enquanto outras 111.218 doses foram destinadas às demais faixas etárias.

A estratégia teve como objetivo ampliar a proteção da população e, principalmente, identificar e atualizar as doses que estavam em atraso. Mesmo com o encerramento da campanha, as vacinas previstas no calendário de rotina do Sistema Único de Saúde (SUS) permanecem disponíveis durante todo o ano nos 134 postos de saúde de Fortaleza.

Durante a campanha, foram administradas doses contra febre amarela, gripe, hepatite A, hepatite B, HPV, meningocócica ACWY, pentavalente, pneumocócica 10, poliomielite inativada, rotavírus, tríplice bacteriana adulto e tríplice viral, além da BCG e da vacina contra a covid-19. Do total de aplicações, mais de 66.199 mil foram de vacinas contra a gripe.

A secretária municipal da Saúde, Riane Azevedo, reforça que manter o esquema vacinal atualizado é uma das principais formas de prevenção de doenças. “A vacinação em dia representa proteção e cuidado, especialmente para crianças e adolescentes. As vacinas são oferecidas gratuitamente nas unidades de saúde, por isso é importante que pais e responsáveis confiram a caderneta e procurem os postos sempre que houver alguma dose pendente”, orienta.

Coberturas vacinais

Além de proteger individualmente crianças e adolescentes contra doenças que podem ser prevenidas por meio da vacinação, as campanhas de multivacinação contribuem para elevar as coberturas vacinais e ampliar a proteção da população de uma forma geral.

De acordo com Erlemus Soares, coordenador da Atenção Primária e Psicossocial de Fortaleza, as ações também facilitam o acesso da população aos imunizantes. “A mobilização permite que as pessoas tenham mais oportunidades de colocar a vacinação em dia. Quando identificamos doses em atraso, é possível atualizá-las e, com isso, ampliar a proteção individual e contribuir para o fortalecimento da imunidade coletiva”, explica.

Em Fortaleza, as vacinas administradas nos primeiros dias de vida, BCG e hepatite B, apresentam cobertura acima da meta. Já os principais imunizantes do calendário infantil registram índices que variam entre 70% e 85%.

Para o coordenador, manter as coberturas vacinais elevadas depende tanto do trabalho contínuo das equipes de saúde quanto da participação da população. “O acompanhamento das coberturas precisa ser permanente e contar com a colaboração das famílias. Temos como exemplo o sarampo, uma doença que havia sido controlada e voltou a circular no país”, destaca.

Outro exemplo citado é a poliomielite, doença que pode provocar paralisia infantil. Embora o Brasil tenha erradicado a doença, o vírus ainda circula de forma endêmica em diferentes regiões do mundo, o que reforça a importância de manter a população protegida por meio da vacinação.

Documentos necessários

Para a vacinação, pais, mães ou responsáveis devem acompanhar crianças e adolescentes até uma unidade de saúde e, sempre que possível, apresentar a caderneta de vacinação para conferência e atualização. Também é necessário apresentar documento de identificação com foto e CPF.

Campanha de Multivacinação encerra com 214 mil doses de vacinas aplicadas

Estratégia busca atualizar a caderneta de vacinação a fim de garantir a proteção contra doenças imunopreveníveis

Ao todo, 214.758 doses de vacinas foram aplicadas durante a Campanha de Multivacinação, realizada pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), entre os dias 3 de agosto e 1º de setembro. Desse total, 103.540 doses foram aplicadas em crianças e adolescentes menores de 15 anos, enquanto outras 111.218 doses foram destinadas às demais faixas etárias.

A estratégia teve como objetivo ampliar a proteção da população e, principalmente, identificar e atualizar as doses que estavam em atraso. Mesmo com o encerramento da campanha, as vacinas previstas no calendário de rotina do Sistema Único de Saúde (SUS) permanecem disponíveis durante todo o ano nos 134 postos de saúde de Fortaleza.

Durante a campanha, foram administradas doses contra febre amarela, gripe, hepatite A, hepatite B, HPV, meningocócica ACWY, pentavalente, pneumocócica 10, poliomielite inativada, rotavírus, tríplice bacteriana adulto e tríplice viral, além da BCG e da vacina contra a covid-19. Do total de aplicações, mais de 66.199 mil foram de vacinas contra a gripe.

A secretária municipal da Saúde, Riane Azevedo, reforça que manter o esquema vacinal atualizado é uma das principais formas de prevenção de doenças. “A vacinação em dia representa proteção e cuidado, especialmente para crianças e adolescentes. As vacinas são oferecidas gratuitamente nas unidades de saúde, por isso é importante que pais e responsáveis confiram a caderneta e procurem os postos sempre que houver alguma dose pendente”, orienta.

Coberturas vacinais

Além de proteger individualmente crianças e adolescentes contra doenças que podem ser prevenidas por meio da vacinação, as campanhas de multivacinação contribuem para elevar as coberturas vacinais e ampliar a proteção da população de uma forma geral.

De acordo com Erlemus Soares, coordenador da Atenção Primária e Psicossocial de Fortaleza, as ações também facilitam o acesso da população aos imunizantes. “A mobilização permite que as pessoas tenham mais oportunidades de colocar a vacinação em dia. Quando identificamos doses em atraso, é possível atualizá-las e, com isso, ampliar a proteção individual e contribuir para o fortalecimento da imunidade coletiva”, explica.

Em Fortaleza, as vacinas administradas nos primeiros dias de vida, BCG e hepatite B, apresentam cobertura acima da meta. Já os principais imunizantes do calendário infantil registram índices que variam entre 70% e 85%.

Para o coordenador, manter as coberturas vacinais elevadas depende tanto do trabalho contínuo das equipes de saúde quanto da participação da população. “O acompanhamento das coberturas precisa ser permanente e contar com a colaboração das famílias. Temos como exemplo o sarampo, uma doença que havia sido controlada e voltou a circular no país”, destaca.

Outro exemplo citado é a poliomielite, doença que pode provocar paralisia infantil. Embora o Brasil tenha erradicado a doença, o vírus ainda circula de forma endêmica em diferentes regiões do mundo, o que reforça a importância de manter a população protegida por meio da vacinação.

Documentos necessários

Para a vacinação, pais, mães ou responsáveis devem acompanhar crianças e adolescentes até uma unidade de saúde e, sempre que possível, apresentar a caderneta de vacinação para conferência e atualização. Também é necessário apresentar documento de identificação com foto e CPF.