14 de Maio de 2026 em Educação IMPRIMIR

Estudante da Rede Municipal propõe inclusão de livros escritos por alunos em bibliotecas de escolas públicas

Davi Moura é autor do livro "Conexão" e é aluno Escola Ensino Médio Tempo Integral Johnson


Compartilhe:
Alunos da Rede
Davi Moura é autor do livro "Conexão" e é aluno Escola Ensino Médio Tempo Integral Johnson

A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Educação (SME), acompanhou, na manhã desta quarta-feira (13/5), na Câmara Municipal de Vereadores, a assinatura do projeto de Indicação Infância Inclusiva (nº1850/2025), que sugere a adoção, nas bibliotecas públicas municipais, da publicação do livro "Conexão", escrito por um aluno da Rede Municipal de Ensino. A obra é do estudante Davi Moura, de 12 anos, da Escola Ensino Médio Tempo Integral Johnson, no bairro Luciano Cavalcante. O projeto é do vereador João Aglaylson.

A obra é composta por literatura de cordel. Com essa iniciativa, o estudante pretende demonstrar que é possível que jovens talentos sejam vistos e valorizados. Davi Moura, autor da proposta, visitou, em julho de 2025, os gabinetes dos vereadores e conquistou a assinatura do projeto de indicação na Câmara Municipal.

Sobre a ideia de levar sua publicação para as escolas, Davi explica que o livro "Conexão", além de sustentabilidade, fala de inclusão.

“Eu sei que tem outras pessoas, crianças e adolescentes que escrevem, mas não têm possibilidades. Então, eu quero poder transmitir que é possível, pois no Brasil inteiro tem muitas pessoas da nossa faixa etária que fazem sua arte, mas não acham que é possível mostrar sua arte para o mundo”, comenta.

Segundo Eduardo Gomes, da Coordenadoria de Diversidade e Inclusão da SME (Codin), é um grande orgulho ver os alunos da rede sendo autores de livros que possam ser utilizados nas próprias salas de aula.

“É necessário comemorar a gente ver que crianças que estão dentro do espectro autista com neurodivergências, publicando e mostrando seu potencial.”

Para ele, é resultado de uma política inclusiva, que traz os investimentos e adaptações pedagógicas necessárias para o seu pleno desenvolvimento.

O projeto vai ser enviado ao Executivo e deverá retornar ao Legislativo em forma de mensagem, para, então, ser apreciado pelos parlamentares.

Estudante da Rede Municipal propõe inclusão de livros escritos por alunos em bibliotecas de escolas públicas

Davi Moura é autor do livro "Conexão" e é aluno Escola Ensino Médio Tempo Integral Johnson

Alunos da Rede
Davi Moura é autor do livro "Conexão" e é aluno Escola Ensino Médio Tempo Integral Johnson

A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Educação (SME), acompanhou, na manhã desta quarta-feira (13/5), na Câmara Municipal de Vereadores, a assinatura do projeto de Indicação Infância Inclusiva (nº1850/2025), que sugere a adoção, nas bibliotecas públicas municipais, da publicação do livro "Conexão", escrito por um aluno da Rede Municipal de Ensino. A obra é do estudante Davi Moura, de 12 anos, da Escola Ensino Médio Tempo Integral Johnson, no bairro Luciano Cavalcante. O projeto é do vereador João Aglaylson.

A obra é composta por literatura de cordel. Com essa iniciativa, o estudante pretende demonstrar que é possível que jovens talentos sejam vistos e valorizados. Davi Moura, autor da proposta, visitou, em julho de 2025, os gabinetes dos vereadores e conquistou a assinatura do projeto de indicação na Câmara Municipal.

Sobre a ideia de levar sua publicação para as escolas, Davi explica que o livro "Conexão", além de sustentabilidade, fala de inclusão.

“Eu sei que tem outras pessoas, crianças e adolescentes que escrevem, mas não têm possibilidades. Então, eu quero poder transmitir que é possível, pois no Brasil inteiro tem muitas pessoas da nossa faixa etária que fazem sua arte, mas não acham que é possível mostrar sua arte para o mundo”, comenta.

Segundo Eduardo Gomes, da Coordenadoria de Diversidade e Inclusão da SME (Codin), é um grande orgulho ver os alunos da rede sendo autores de livros que possam ser utilizados nas próprias salas de aula.

“É necessário comemorar a gente ver que crianças que estão dentro do espectro autista com neurodivergências, publicando e mostrando seu potencial.”

Para ele, é resultado de uma política inclusiva, que traz os investimentos e adaptações pedagógicas necessárias para o seu pleno desenvolvimento.

O projeto vai ser enviado ao Executivo e deverá retornar ao Legislativo em forma de mensagem, para, então, ser apreciado pelos parlamentares.