03 de março de 2022 em Mobilidade

Bike sem Barreiras promove inclusão e lazer neste sábado (05/03)

Projeto promove passeios inclusivos para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou autismo


O projeto Bike sem Barreiras, realizado pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), em parceria com a Uninassau, terá mais uma edição aberta à população neste sábado (05/03). O objetivo é contribuir para a promoção de lazer e inclusão a pessoas com mobilidade reduzida, deficientes físicos ou autistas.

Os interessados devem comparecer, de 8 às 12h, na Praia de Iracema, e apresentar documento de identificação com foto. A tenda do programa funciona ao lado do Centro Cultural Belchior e em frente ao projeto Praia Acessível.

São três modelos diferentes de bicicletas adaptadas. Uma handbike, que é um triciclo adaptado para ser pedalado com as mãos; uma bicicleta dupla, pedalada por uma pessoa com deficiência visual e pelo monitor ou acompanhante; e a 'The Duet', uma bicicleta adaptada com uma cadeira de rodas no lugar da roda dianteira, voltada para usuários com tetraplegia ou deficiência múltipla com até 120 quilos.

Rota Acessível

O Bike sem Barreiras faz parte do projeto-piloto Rota Acessível. Idealizado pela Coordenadoria Especial da Pessoa com Deficiência (Copedef), vinculado à Secretaria dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), em parceria com a Secretaria Municipal da Gestão Regional (Seger), a iniciativa é um projeto de configuração de rotas totalmente acessíveis, que podem ser utilizadas por pessoas com diferentes deficiências.

Para a estruturação do projeto, estão sendo implementadas melhorias para tornar a Capital mais acessível, inicialmente no primeiro trecho da rota, que vai do Mercado dos Peixes (Meireles) ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema). A adaptação inclui calçadas largas, rampas de acesso, trânsito calmo e sinalização adequada.

Conforme o titular da Copedef, Emerson Damasceno, essas iniciativas vêm buscando incluir também uma parcela dos mais de 200 mil fortalezenses que têm algum tipo de deficiência. “Por isso, a nossa coordenadoria vem trabalhando de forma incansável para eliminar as barreiras ainda existentes, que retiram das pessoas com deficiência uma condição de igualdade. Queremos tornar os espaços públicos mais acessíveis, garantindo lazer, desporto e demais direitos às PCDs”.

Bike sem Barreiras promove inclusão e lazer neste sábado (05/03)

Projeto promove passeios inclusivos para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou autismo

O projeto Bike sem Barreiras, realizado pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), em parceria com a Uninassau, terá mais uma edição aberta à população neste sábado (05/03). O objetivo é contribuir para a promoção de lazer e inclusão a pessoas com mobilidade reduzida, deficientes físicos ou autistas.

Os interessados devem comparecer, de 8 às 12h, na Praia de Iracema, e apresentar documento de identificação com foto. A tenda do programa funciona ao lado do Centro Cultural Belchior e em frente ao projeto Praia Acessível.

São três modelos diferentes de bicicletas adaptadas. Uma handbike, que é um triciclo adaptado para ser pedalado com as mãos; uma bicicleta dupla, pedalada por uma pessoa com deficiência visual e pelo monitor ou acompanhante; e a 'The Duet', uma bicicleta adaptada com uma cadeira de rodas no lugar da roda dianteira, voltada para usuários com tetraplegia ou deficiência múltipla com até 120 quilos.

Rota Acessível

O Bike sem Barreiras faz parte do projeto-piloto Rota Acessível. Idealizado pela Coordenadoria Especial da Pessoa com Deficiência (Copedef), vinculado à Secretaria dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), em parceria com a Secretaria Municipal da Gestão Regional (Seger), a iniciativa é um projeto de configuração de rotas totalmente acessíveis, que podem ser utilizadas por pessoas com diferentes deficiências.

Para a estruturação do projeto, estão sendo implementadas melhorias para tornar a Capital mais acessível, inicialmente no primeiro trecho da rota, que vai do Mercado dos Peixes (Meireles) ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Praia de Iracema). A adaptação inclui calçadas largas, rampas de acesso, trânsito calmo e sinalização adequada.

Conforme o titular da Copedef, Emerson Damasceno, essas iniciativas vêm buscando incluir também uma parcela dos mais de 200 mil fortalezenses que têm algum tipo de deficiência. “Por isso, a nossa coordenadoria vem trabalhando de forma incansável para eliminar as barreiras ainda existentes, que retiram das pessoas com deficiência uma condição de igualdade. Queremos tornar os espaços públicos mais acessíveis, garantindo lazer, desporto e demais direitos às PCDs”.