17 de julho de 2018 em Cultura

Mostra sobre a Ásia abre temporada do cineclube Telas Abertas da Vila das Artes

A mostra tem como proposta abordar a multiplicidade estética que permeia o cinema do continente asiático


A mostra, com curadoria do fotógrafo e jornalista, Eduardo Oliveira, e da realizadora em audiovisual, Beatriz Tanabe, tem como proposta abordar a multiplicidade estética que permeia os diversos cinemas produzidos no continente asiático

A Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes dá início a edição de 2018 do cineclube Telas Abertas com a mostra de filmes “A Ásia é uma Só?”, realizada entre os dias 23 a 26 de julho, às 18h30, na Casa do Barão de Camocim.

A mostra, com curadoria do fotógrafo e jornalista, Eduardo Oliveira, e da realizadora em audiovisual, Beatriz Tanabe, tem como proposta abordar a multiplicidade estética que permeia os diversos cinemas produzidos no continente asiático, disparando reflexões que interseccionam nacionalidade, gênero e sexualidade. Serão quatro sessões, onde serão exibidos longas e curtas-metragens.

A Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes lançou, em maio de 2018, a convocatória Telas Abertas para seleção de seis propostas de curadoria de mostras de filmes, para exibição entre os meses de julho e dezembro. Os contemplados receberão cachê e terão toda a estrutura disponibilizada para a exibição das mostras. 

Programação da mostra “A Ásia é uma Só?”:

Sessão 1 (23/07)
Linger – Sim Bee Li (Linger, 2009, 15”). País: Singapura. Sinopse: Na medida em que Ming e seu pai (Leung) passam por um processo de luto devido a morte repentina de sua mãe, os dois são obrigados a encarar o passado, seus arrependimentos e um ao outro. Classificação indicativa: Livre.

Caracol – Naomi Kawase (Katatsumori, 1994, 40”). País: Japão. Sinopse: Naomi Kawase, realizadora, e Uno Kawase, sua tia-avó: o estreito vínculo entre duas mulheres, o reencontro com o passado e uma lista das coisas que fazem “o coração bater mais forte”. Classificação indicativa: Livre.

Sessão 2 (24/07)
O dia em que me tornei mulher – Marzieh Makhmalbaf (Roozie Ke Zan Shodam, 2000, 78’’). País: Irã. Sinopse: Três gerações de mulheres. Todas em confronto com o pecado. A primeira delas é Hava, uma menina de nove anos. No dia do seu aniversário, a mãe a proíbe de sair de casa, pois está se tornando mulher.

Sessão 3 (25/07)
Melancia, peixe e metade fantasma – Payal Kapadia (Watermelon, fish and half ghost, 2015, 10’’16’). País: Índia. Sinopse: O filme aborda um conto popular sobre um tipo de sociedade na antiga cidade de Bombay e seus habitantes num conto fantasioso de amores perdidos. Classificação indicativa: 12 anos.

Luminous people – Apichatpong Weerasethakul (Luminous people, 2007, 16’’) País: Tailândia. Sinopse: Uma viagem de barco ao longo do Rio Mekong (na fronteira entre a Tailândia e o Laos) para dispersar as cinzas de um falecido pai. A presença dos mortos e a memória dos vivos. Classificação indicativa: Livre.

Para além das montanhas – Aya Koretzky (Yama no anata, 2011, 60”) País: Japão. Sinopse: Por meio de cartas enviadas por família e amigos que permaneceram no Japão, a realizadora relembra o passado e reflete sobre deixar Tóquio e mudar-se para Portugal. Classificação indicativa: 12 anos.

Sessão 4 (26/07)
Lilies – Yudho Aditya (Lilies, 2013, 07”) País: Indonésia. Sinopse: Passado e presente coincidem quando um encontro casual revela uma história de amor tão intrincada como um jogo de origami. Classificação indicativa: 12 anos.

Sexual struggle in India (Sexual struggle in Índia, 2009, 12”41’) País: Índia. Sinopse: Numa sociedade em que apenas dois gêneros são considerados válidos e somente relacionamentos heterossexuais são legitimados, o medo e a aversão a pessoas LGBTQI persiste, incluindo aquelas que são Hijras, Kothi e Panthi. Classificação indicativa: 12 anos.

Lee – Roland Wiryawan (Lee, 2011, 06”) País: Indonésia. Quando seu amor secreto é revelado, Lee precisa enfrentar a batalha mais difícil de sua vida: a de ganhar respeito. Classificação indicativa: 12 anos.

Tom / Trans / Thai – Jai Arun Ravine (Tom / Trans / Thai, 2011, 17″) País: Tailândia. Sinopse: Tom/Trans/Thai é um curta experimental que aborda o silêncio acerca da identidade transgênero no contexto tailandês. Classificação indicativa: Livre.

Serviço
Telas Abertas – Mostra “A Ásia é Uma Só?”
Data: 23 a 26 de julho
Horário: 18h30
Local: Casa do Barão de Camocim – Rua General Sampaio, 1632, Centro.

Mostra sobre a Ásia abre temporada do cineclube Telas Abertas da Vila das Artes

A mostra tem como proposta abordar a multiplicidade estética que permeia o cinema do continente asiático

A mostra, com curadoria do fotógrafo e jornalista, Eduardo Oliveira, e da realizadora em audiovisual, Beatriz Tanabe, tem como proposta abordar a multiplicidade estética que permeia os diversos cinemas produzidos no continente asiático

A Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes dá início a edição de 2018 do cineclube Telas Abertas com a mostra de filmes “A Ásia é uma Só?”, realizada entre os dias 23 a 26 de julho, às 18h30, na Casa do Barão de Camocim.

A mostra, com curadoria do fotógrafo e jornalista, Eduardo Oliveira, e da realizadora em audiovisual, Beatriz Tanabe, tem como proposta abordar a multiplicidade estética que permeia os diversos cinemas produzidos no continente asiático, disparando reflexões que interseccionam nacionalidade, gênero e sexualidade. Serão quatro sessões, onde serão exibidos longas e curtas-metragens.

A Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes lançou, em maio de 2018, a convocatória Telas Abertas para seleção de seis propostas de curadoria de mostras de filmes, para exibição entre os meses de julho e dezembro. Os contemplados receberão cachê e terão toda a estrutura disponibilizada para a exibição das mostras. 

Programação da mostra “A Ásia é uma Só?”:

Sessão 1 (23/07)
Linger – Sim Bee Li (Linger, 2009, 15”). País: Singapura. Sinopse: Na medida em que Ming e seu pai (Leung) passam por um processo de luto devido a morte repentina de sua mãe, os dois são obrigados a encarar o passado, seus arrependimentos e um ao outro. Classificação indicativa: Livre.

Caracol – Naomi Kawase (Katatsumori, 1994, 40”). País: Japão. Sinopse: Naomi Kawase, realizadora, e Uno Kawase, sua tia-avó: o estreito vínculo entre duas mulheres, o reencontro com o passado e uma lista das coisas que fazem “o coração bater mais forte”. Classificação indicativa: Livre.

Sessão 2 (24/07)
O dia em que me tornei mulher – Marzieh Makhmalbaf (Roozie Ke Zan Shodam, 2000, 78’’). País: Irã. Sinopse: Três gerações de mulheres. Todas em confronto com o pecado. A primeira delas é Hava, uma menina de nove anos. No dia do seu aniversário, a mãe a proíbe de sair de casa, pois está se tornando mulher.

Sessão 3 (25/07)
Melancia, peixe e metade fantasma – Payal Kapadia (Watermelon, fish and half ghost, 2015, 10’’16’). País: Índia. Sinopse: O filme aborda um conto popular sobre um tipo de sociedade na antiga cidade de Bombay e seus habitantes num conto fantasioso de amores perdidos. Classificação indicativa: 12 anos.

Luminous people – Apichatpong Weerasethakul (Luminous people, 2007, 16’’) País: Tailândia. Sinopse: Uma viagem de barco ao longo do Rio Mekong (na fronteira entre a Tailândia e o Laos) para dispersar as cinzas de um falecido pai. A presença dos mortos e a memória dos vivos. Classificação indicativa: Livre.

Para além das montanhas – Aya Koretzky (Yama no anata, 2011, 60”) País: Japão. Sinopse: Por meio de cartas enviadas por família e amigos que permaneceram no Japão, a realizadora relembra o passado e reflete sobre deixar Tóquio e mudar-se para Portugal. Classificação indicativa: 12 anos.

Sessão 4 (26/07)
Lilies – Yudho Aditya (Lilies, 2013, 07”) País: Indonésia. Sinopse: Passado e presente coincidem quando um encontro casual revela uma história de amor tão intrincada como um jogo de origami. Classificação indicativa: 12 anos.

Sexual struggle in India (Sexual struggle in Índia, 2009, 12”41’) País: Índia. Sinopse: Numa sociedade em que apenas dois gêneros são considerados válidos e somente relacionamentos heterossexuais são legitimados, o medo e a aversão a pessoas LGBTQI persiste, incluindo aquelas que são Hijras, Kothi e Panthi. Classificação indicativa: 12 anos.

Lee – Roland Wiryawan (Lee, 2011, 06”) País: Indonésia. Quando seu amor secreto é revelado, Lee precisa enfrentar a batalha mais difícil de sua vida: a de ganhar respeito. Classificação indicativa: 12 anos.

Tom / Trans / Thai – Jai Arun Ravine (Tom / Trans / Thai, 2011, 17″) País: Tailândia. Sinopse: Tom/Trans/Thai é um curta experimental que aborda o silêncio acerca da identidade transgênero no contexto tailandês. Classificação indicativa: Livre.

Serviço
Telas Abertas – Mostra “A Ásia é Uma Só?”
Data: 23 a 26 de julho
Horário: 18h30
Local: Casa do Barão de Camocim – Rua General Sampaio, 1632, Centro.