10 de julho de 2020 em Habitação

Projeto on-line de Regularização Fundiária é estendido para mais cinco comunidades de Fortaleza

Em fase de projeto piloto, a iniciativa de atendimento virtual garantiu o andamento das atividades do papel da casa


A Prefeitura de Fortaleza segue com o projeto piloto de atendimento on-line das demandas já vinculadas à política de Regularização Fundiária desenvolvida pela Secretaria do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor). Depois do cadastramento virtual de famílias do conjunto habitacional Tatumundé, os trabalhos se estendem a outras cinco comunidades da Capital.

Nesta nova etapa do projeto, famílias das comunidades Santo Antônio (Passaré), Pedro Coelho (Itaoca), Planalto Coaçu (Paupina), Casa e Renda ( Bela Vista) e Rogaciano Leite (Luciano Cavalcante) passam pelo processo de titularização. A estimativa é que cerca de 1.000 residências sejam titularizadas. As informações são da Coordenadoria de Regularização Fundiária da Habitafor (Coref), que conduz o processo, por meio de reuniões virtuais com os beneficiários e, depois de um agendamento, confirma as informações por telefone, por meio de um atendimento exclusivo para cada participante.

A assistente social Keyve Castro explica o andamento e ampliação do projeto piloto para essas comunidades. “A ideia surgiu por conta da pandemia de Covid-19 e já fizemos com 176 famílias do Tatumundé. Nesta semana, terminamos o cadastramento da comunidade Casa e Renda e agendamos com 69 famílias da Santo Antônio. A partir da próxima semana, iniciaremos o cadastro dos moradores da Pedro Coelho e teremos reuniões com representantes da Rogaciano Leite”.

Mais

Antes da pandemia, os trabalhos da Coref estavam focados no conjunto Tatumundé, no grande Bom Jardim. Com a determinação de isolamento social e a impossibilidade de fazer aglomeração, restaram 176 famílias concluírem o cadastramento que, até então, estava presencial. “Antes desta situação, nós mobilizamos toda a comunidade do Tatumundé, formada de 744 unidades habitacionais. Nós tínhamos trabalhado 568 famílias e, com a chegada da Covid-19, algumas ficaram pendentes e com esse projeto virtual, estamos dando continuidade”, finaliza Keyve Castro.

Projeto on-line de Regularização Fundiária é estendido para mais cinco comunidades de Fortaleza

Em fase de projeto piloto, a iniciativa de atendimento virtual garantiu o andamento das atividades do papel da casa

A Prefeitura de Fortaleza segue com o projeto piloto de atendimento on-line das demandas já vinculadas à política de Regularização Fundiária desenvolvida pela Secretaria do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor). Depois do cadastramento virtual de famílias do conjunto habitacional Tatumundé, os trabalhos se estendem a outras cinco comunidades da Capital.

Nesta nova etapa do projeto, famílias das comunidades Santo Antônio (Passaré), Pedro Coelho (Itaoca), Planalto Coaçu (Paupina), Casa e Renda ( Bela Vista) e Rogaciano Leite (Luciano Cavalcante) passam pelo processo de titularização. A estimativa é que cerca de 1.000 residências sejam titularizadas. As informações são da Coordenadoria de Regularização Fundiária da Habitafor (Coref), que conduz o processo, por meio de reuniões virtuais com os beneficiários e, depois de um agendamento, confirma as informações por telefone, por meio de um atendimento exclusivo para cada participante.

A assistente social Keyve Castro explica o andamento e ampliação do projeto piloto para essas comunidades. “A ideia surgiu por conta da pandemia de Covid-19 e já fizemos com 176 famílias do Tatumundé. Nesta semana, terminamos o cadastramento da comunidade Casa e Renda e agendamos com 69 famílias da Santo Antônio. A partir da próxima semana, iniciaremos o cadastro dos moradores da Pedro Coelho e teremos reuniões com representantes da Rogaciano Leite”.

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Antes da pandemia, os trabalhos da Coref estavam focados no conjunto Tatumundé, no grande Bom Jardim. Com a determinação de isolamento social e a impossibilidade de fazer aglomeração, restaram 176 famílias concluírem o cadastramento que, até então, estava presencial. “Antes desta situação, nós mobilizamos toda a comunidade do Tatumundé, formada de 744 unidades habitacionais. Nós tínhamos trabalhado 568 famílias e, com a chegada da Covid-19, algumas ficaram pendentes e com esse projeto virtual, estamos dando continuidade”, finaliza Keyve Castro.