23 de agosto de 2021 em Educação

Narrativa de histórias estimula interações entre crianças, família e unidade escolar

Experiência desperta a imaginação das crianças, mesmo durante as vivências realizadas no ensino remoto


 

Aluno de CEI Almerinda de Albuquerque com materiais lúdicos
No CEI Almerinda de Albuquerque, são utilizados materiais lúdicos para contação de histórias

A narrativa de histórias proporciona uma viagem no imaginário. Na Educação Infantil, essa experiência tem seu valor por contribuir para o desenvolvimento do vocabulário e de funções cognitivas importantes da criança. Como parte da Semana da Educação Infantil da Rede Municipal, que ocorre entre os dias 23 e 27 de agosto, a Secretaria Municipal da Educação (SME) divulga, ao longo dos próximos dias, vivências diversas realizadas com os pequenos em unidades escolares dos seis Distritos de Educação. Nesta segunda-feira (23/08), a experiência é de contação de histórias do Centro de Educação Infantil (CEI) Almerinda de Albuquerque, no Lagamar.

A professora Lidya da Penha dos Santos percebeu muito cedo o fascínio que a “hora da história” exerce sobre as crianças. Ela conta que esse momento é planejado cuidadosamente, desde a escolha do material de apoio que será utilizado. Esses materiais são os mais variados, como fantoches, instrumentos musicais, gravuras, bichinhos de pelúcia.Tudo para proporcionar uma narrativa lúdica e despertar a imaginação das crianças. “O CEI procura garantir às crianças um lugar onde os sonhos possam ser vividos”, enfatiza a educadora, que conta histórias há cinco anos na unidade escolar.

Lidya diz que o ensino remoto colocou a unidade frente ao desafio de manter esse tempo na rotina dos pequenos. A produção e envio às famílias de vídeos com diferentes narrativas foi a solução encontrada. “Nosso objetivo é promover a interação das crianças com a literatura infantil, envolvendo a família nesse processo. Era necessário incentivar os pais a acompanharem os vídeos de contação junto com a criança, além de compartilharem outras histórias com seus filhos, considerando a dimensão afetiva dessa vivência”, explica.

Antônio Ângelo Gadelha Santos, de quatro anos de idade, é um dos alunos da “tia Lidya” que se encanta com as histórias contadas. A mãe Vanessa Xavier Gadelha diz que, durante a realização de vivências e intereações remotas, tem mantido a parceria com a unidade e ajudado nessa atividade. “Recebo os vídeos com as histórias e assisto com o Ângelo. Ele gosta tanto que pede para assistir umas três vezes seguidas. Percebo como essa atividade ajuda no desenvolvimento dele. É um momento sempre muito divertido e de interação até mesmo entre eu e ele”, comenta a mãe, que passou também a contar outras histórias para o filho.

Histórias que ensinam

A obra selecionada para o início do trabalho foi “Já Sou Grande! Olha o Que Sei Fazer”, de Maria Carluccio. Lidya conta que esse livro encantou a turma. Na história, os personagens mostram conquistas como tomar banho sem ajuda, vestir a roupa sozinhas, comer com garfo, organizar brinquedos, abraçar a mamãe, falar “boa noite!”, dentre outras coisas.

Considerando que esses aprendizados fortalecem a autoestima das crianças, foram propostas algumas vivências inspiradas no texto. Isso motivou os alunos a desenvolverem autonomia nas ações de higiene, saúde e bem-estar; a interagir com manifestações de literatura e música e a expressar sentimentos. Aprendizados que vêm de boas histórias.

Narrativa de histórias estimula interações entre crianças, família e unidade escolar

Experiência desperta a imaginação das crianças, mesmo durante as vivências realizadas no ensino remoto

 

Aluno de CEI Almerinda de Albuquerque com materiais lúdicos
No CEI Almerinda de Albuquerque, são utilizados materiais lúdicos para contação de histórias

A narrativa de histórias proporciona uma viagem no imaginário. Na Educação Infantil, essa experiência tem seu valor por contribuir para o desenvolvimento do vocabulário e de funções cognitivas importantes da criança. Como parte da Semana da Educação Infantil da Rede Municipal, que ocorre entre os dias 23 e 27 de agosto, a Secretaria Municipal da Educação (SME) divulga, ao longo dos próximos dias, vivências diversas realizadas com os pequenos em unidades escolares dos seis Distritos de Educação. Nesta segunda-feira (23/08), a experiência é de contação de histórias do Centro de Educação Infantil (CEI) Almerinda de Albuquerque, no Lagamar.

A professora Lidya da Penha dos Santos percebeu muito cedo o fascínio que a “hora da história” exerce sobre as crianças. Ela conta que esse momento é planejado cuidadosamente, desde a escolha do material de apoio que será utilizado. Esses materiais são os mais variados, como fantoches, instrumentos musicais, gravuras, bichinhos de pelúcia.Tudo para proporcionar uma narrativa lúdica e despertar a imaginação das crianças. “O CEI procura garantir às crianças um lugar onde os sonhos possam ser vividos”, enfatiza a educadora, que conta histórias há cinco anos na unidade escolar.

Lidya diz que o ensino remoto colocou a unidade frente ao desafio de manter esse tempo na rotina dos pequenos. A produção e envio às famílias de vídeos com diferentes narrativas foi a solução encontrada. “Nosso objetivo é promover a interação das crianças com a literatura infantil, envolvendo a família nesse processo. Era necessário incentivar os pais a acompanharem os vídeos de contação junto com a criança, além de compartilharem outras histórias com seus filhos, considerando a dimensão afetiva dessa vivência”, explica.

Antônio Ângelo Gadelha Santos, de quatro anos de idade, é um dos alunos da “tia Lidya” que se encanta com as histórias contadas. A mãe Vanessa Xavier Gadelha diz que, durante a realização de vivências e intereações remotas, tem mantido a parceria com a unidade e ajudado nessa atividade. “Recebo os vídeos com as histórias e assisto com o Ângelo. Ele gosta tanto que pede para assistir umas três vezes seguidas. Percebo como essa atividade ajuda no desenvolvimento dele. É um momento sempre muito divertido e de interação até mesmo entre eu e ele”, comenta a mãe, que passou também a contar outras histórias para o filho.

Histórias que ensinam

A obra selecionada para o início do trabalho foi “Já Sou Grande! Olha o Que Sei Fazer”, de Maria Carluccio. Lidya conta que esse livro encantou a turma. Na história, os personagens mostram conquistas como tomar banho sem ajuda, vestir a roupa sozinhas, comer com garfo, organizar brinquedos, abraçar a mamãe, falar “boa noite!”, dentre outras coisas.

Considerando que esses aprendizados fortalecem a autoestima das crianças, foram propostas algumas vivências inspiradas no texto. Isso motivou os alunos a desenvolverem autonomia nas ações de higiene, saúde e bem-estar; a interagir com manifestações de literatura e música e a expressar sentimentos. Aprendizados que vêm de boas histórias.