profissionais de saúde em atendimento
Ao todo, 119 pessoas foram vacinadas contra doenças como H1N1, Hepatite, Tétano, Covid-19, Bivalente

A Prefeitura de Fortaleza realizou o Dia de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças Infectocontagiosas. A ação ocorreu nos residenciais Graciliano Ramos (Messejana) e Monte Líbano (Mondubim), nesta terça e quarta-feira (26 e 27/07), respectivamente. Essa iniciativa faz parte do trabalho social promovido pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e conta com parcerias da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), da Secretaria Executiva Regional 6 e da Secretaria Executiva Regional 10.

A atividade de multivacinação foi coordenada pelas equipes dos postos de saúde Régis Jucá e Anísio Teixeira e viabilizou às famílias a oportunidade de atualização da caderneta vacinal. Ao todo, 119 pessoas foram vacinadas contra doenças como H1N1, Hepatite, Tétano, Covid-19, Bivalente. Também foram ofertadas imunizações para o público infantil como sarampo, varicela e outras.

Durante a atividade, os moradores puderam ainda aferir pressão arterial, receber orientações em educação de saúde de prevenção ao diabetes e assistir a uma palestra sobre prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). “A Prefeitura desenvolve um trabalho social procurando chegar mais próximo da população e entender o que ela mais precisa, para, assim, fortalecer o atendimento necessário às pessoas”, disse a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Marcia Soares.

De acordo com a assistente social do projeto, Antônia Cely, é perceptível o interesse das famílias nessas ações da política habitacional promovida pelo Município. “É muito bom ver o interesse dos moradores, nos ajudando na mobilização para que mais pessoas sejam beneficiadas com as atividades”, relata.

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Teatro de fantoche
As atividades do projeto focam nas crianças da comunidade

O trabalho social realizado pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor), ganhou um novo parceiro: o programa Reciclocidades, que faz parte da responsabilidade socioambiental da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). As ações estão sendo executadas nos residenciais Jorge Amado, Monteiro Lobato e Raquel de Queiroz (Complexo dos Escritores), todos localizados no bairro Messejana (Regional 6).

Com o objetivo de incentivar o reaproveitamento de materiais que iriam para o lixo, o programa promove inclusão social de pessoas que trabalham com recicláveis - que podem ser transformados em artesanato -, inclusive promovendo a geração de emprego e renda.

No Complexo dos Escritores, as ações são acompanhadas pela Coordenadoria de Programas Sociais (Cops) e desenvolvidas com crianças de 6 a 12 anos. Durante as oficinas, elas aprendem a confeccionar brinquedos com esses materiais e, ao mesmo tempo, interagem, se divertem e são incentivadas quanto a questões relacionadas à preservação do meio ambiente.

A atividade visa a contribuir com o desenvolvimento de crianças e adolescentes, sempre com apoio da família e fortalecendo a convivência comunitária. “Estamos contribuindo para tornar essas crianças pessoas mais responsáveis. Inclusive, elas saem motivadas e falando para os pais como devem separar o lixo. Todo mundo ganha e ficamos felizes em ajudar de alguma forma a tornar essas crianças em pessoas mais conscientes”, acrescenta a técnica social do projeto, Joésia Carneiro.

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Crianças manuseando materiais recicláveis
As atividades envolvem todas as faixas etárias das comunidades

A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) segue executando ações do trabalho social em vários empreendimentos vinculados à política de habitação de interesse social desenvolvida pelo prefeito José Sarto, em Fortaleza. As mais recentes atividades ocorrem no complexo dos escritores formado pelos residenciais Graciliano Ramos, Jorge Amado, Monteiro Lobato e Rachel de Queiroz. Juntos somam 888 unidades habitacionais localizadas no bairro Paupina (Regional 6). Formações nas áreas de estética e beleza, artesanato, noções de administração e informática estão na programação dos próximos meses.

As primeiras atividades começaram no início deste ano com visitas institucionais, reuniões de apresentação da proposta de trabalho para os moradores, estabelecimento de parcerias, além de plantões sociais que são fundamentais para identificar as demandas mais urgentes das comunidades. “Essa fase contempla um dos eixos do trabalho social que é o de mobilização, organização e fortalecimento social. Também é importante para gerar vínculo com a equipe técnica, além de conhecer as necessidades dos moradores”, explica a coordenadora de Programas Sociais da Habitafor, Andréa Cialdini.

Os primeiros relatórios também apontaram a realização de iniciativas nos eixos de Educação Ambiental e Patrimonial e de Desenvolvimento Socioeconômico. Na primeira atividade, os moradores foram estimulados, por meio da oficina de cultivo de plantas, a manter hábitos alimentares saudáveis, bem como cultivar plantas medicinais e oficina de brinquedos com reaproveitamento de materiais, enquanto que na segunda foi desenvolvido um curso profissionalizante de design de sobrancelhas com foco na qualificação profissional e inserção no mercado de trabalho.

Ainda de acordo com os relatórios, houve mais de 500 participações nessas primeiras atividades, com índices de satisfação de quase 100% entre ótimo e bom. “Quando o trabalho social chega a uma comunidade, ele movimenta as famílias tanto para questões de organização, convívio, cuidados com o meio ambiente, bem como incentiva a qualificação profissional e até iniciativas empreendedoras”, observa a coordenadora.

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O trabalho social é uma iniciativa transversal da política habitacional de interesse social que promove ações baseadas nos eixos de mobilização, organização e fortalecimento social, de educação ambiental e patrimonial e de Desenvolvimento Socioeconômico. As atividades, que ocorrem sempre nas imediações dos empreendimentos e em parceria com outras entidades, proporcionam vários serviços e oportunidades para os moradores, principalmente no acesso a direitos e conhecimentos básicos, autonomia das famílias, assim como capacitações e formações nas áreas do empreendedorismo, trabalho e renda.

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