Materiais produzidos
Mais de 50 peças foram expostas no encerramento do curso

O trabalho social executado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) concluiu mais um curso profissionalizante voltado para famílias do residencial Maria Alves, localizado na Granja Lisboa (Regional 5). O encerramento contou com a participação de 27 moradoras que expuseram as peças produzidas durante a capacitação, que teve como principal objetivo promover qualificação profissional e a posterior geração de emprego e renda.

Durante 25 dias, moradoras do residencial Maria Alves Carioca participaram de um curso profissionalizante na área de Moda e Design focado na Customização manual de roupas. “A atividade proporcionou momentos de muito aprendizado na área da moda com a produção de peças e aplicações manuais e, além disso, elas tiveram momentos de muita interação social, inclusive com alcances terapêuticos”, enfatizou a assistente social, Cacia Ramos.

Para celebrar o fechamento do curso, as participantes fizeram uma exposição das peças produzidas durante a formação. “Foram utilizados muitos materiais reaproveitáveis que geraram mais de 50 peças entre chaveiros, porta documentos, bolsas, blusas, saias e fuxico de retalhos, entre outras”, observou a assistente social, que destaca ainda outros benefícios da ação no residencial. “Elas (as atividades) são bastante positivas na vida dessas mulheres, pois as tiram da rotina do lar, melhoram o convívio social e ainda podem garantir uma renda extra com a produção das peças”, destacou.

A moradora Francisca Gomes disse que a capacitação trouxe realidades e despertou sonhos. “Foi muito aprendizado e também um momento de boa convivência com as demais moradoras. Eu gosto da área da costuma e gostaria de continuar colocando o meu próprio negócio e empregando outras pessoas”, disse.

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Professora e alunos mexendo no cabelo de uma mulher
A formação em corte, cabelo e escova teve carga horária de 40h/a e contou com a parceria do Instituto Katiana Pena

O trabalho social executado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) concluiu mais um curso profissionalizante com a participação de representantes de famílias do residencial Maria Alves Carioca, localizado na Granja Lisboa (Regional 5). A formação em corte, cabelo e escova teve carga horária de 40h/a e contou com a parceria do Instituto Katiana Pena.

Com participação média de 25 alunos, o curso proporcionou uma formação focada na geração de renda para as famílias. “Eles vão ter uma profissão no ramo da beleza, que é um segmento que cresce diariamente, e vão aprender não somente cuidar das pessoas, mas cuidar de si mesmos. Eles estão saindo capacitados para a vida e, se praticarem, serão sim grandes profissionais”, ressaltou a professora, Vanúzia Rodrigues.

O sonho de se tornar grandes profissionais é compartilhado por Reynildo Pereira, que recebeu o desafio de aplicar o que aprendeu durante o evento de encerramento e que ao mesmo tempo foi um presente para aniversariante do dia Darline Nascimento. “Eu pensei, vou focar nesse curso de beleza e vou seguindo. Eu amei o desafio de deixar a aniversariante mais bonita”, disse o aluno.

Para Darline, além do presente de ter o cabelo escovado, o curso foi um novo despertar para mais formações. “Eu vou me proporcionar a fazer vários cursos e colocar o meu primeiro negócio que é no ramo da beleza”, afirmou a participante.

Esse curso integra o eixo do desenvolvimento socioeconômico do trabalho social executado há quase um ano no empreendimento. “Esse foi o quarto curso de formação e também vamos dar encaminhamento para o mercado de trabalho por meio do Sine Municipal”, afirmou a assistente social, Cely Oliveira.

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A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) realiza, nesta quinta-feira (26/05), no residencial Maria Alves Carioca (Regional 5) uma atividade para facilitar o acesso de famílias ao mercado de trabalho. A iniciativa será realizada em parceria com o Centro de Referência do Empreendedor do bairro Bom Jardim e com o Sine/IDT.

A ação deve privilegiar inicialmente os moradores que participaram dos cursos promovidos pelo trabalho social, mas a intenção é atingir pelo menos 50% do total de famílias que vivem no residencial. “Hoje o público alvo será os alunos concludentes dos dois primeiros cursos executados pelo trabalho social que foram os de Gastronomia e de Informática, mas outros moradores também podem participar”, explica a assistente social, Lívia Teixeira.

A atividade de encaminhamento profissional ocorrerá no salão de eventos do próprio residencial, a partir das 15 horas.

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sirliane dando aula
“Antes de morar aqui, eu fui professora do Ensino Fundamental e hoje uso esse conhecimento para dar reforço escolar para algumas crianças do residencial”, conta Sirliane

Há um ano, três histórias se cruzavam no bairro Granja Lisboa (Regional 5). Esse fato foi possível com a entrega do residencial Maria Alves Carioca, em maio de 2021. Com 192 apartamentos de dois quartos, sala, cozinha e banheiro, o empreendimento habitacional foi o primeiro entregue pela gestão do prefeito José Sarto, em parceria com Caixa Econômica Federal, e com investimentos de mais de R$ 14 milhões.

A entrega ocorreu em meio aos obstáculos impostos pela pandemia de Covid19 e requereu das equipes da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) e da Caixa um empenho mais que especial. “Estávamos em meio à pandemia, mas graças a expertise e dedicação dos nossos colaboradores, além da parceria da Caixa, conseguimos montar um esquema organizado permitindo que grupos de cerca de 30 famílias comparecessem em quatro dias de trabalho, incluindo o final de semana. Dessa forma, atendemos a meta e resguardamos funcionários e beneficiários dos riscos da Covid-19”, lembra o titular da pasta, Adail Fontenele.

Sirliane Ferreira Monte

Das 192 famílias beneficiadas, dona Sirliane Ferreira Monte se destaca pela sua luta e dedicação ao filho Jessé Monte, de 7 anos, que tem paralisia cerebral, síndrome de Noonan e também sofre com crises de epilepsia.

Como se dedica a cuidar do filho de forma integral, Sirliane viu na conquista da casa própria a esperança de poder se planejar, mesmo diante de tantas dificuldades. “Depois que recebi meu apartamento, eu pude planejar um quarto para o meu filho que é especial, além de ter a segurança de que, se eu faltar, ele tem o canto dele”, celebra emocionada a moradora. Vivendo apenas de benefícios sociais, Sirliane complementa a renda dando reforço escolar na própria sala de casa. “Antes de morar aqui, eu fui professora do Ensino Fundamental e hoje uso esse conhecimento para dar reforço escolar para algumas crianças do residencial”.

Josenildo posa para a foto segurando uma vassoura
Nas horas vagas, Josenildo e se dedica à limpeza e conservação dos espaços comuns do residencial

Josenildo Lopes

Outra vida transformada com o residencial Maria Alves Carioca foi a de Josenildo Lopes, de 42 anos. Autônomo, Josenildo pagou aluguel por quase 25 anos e antes de receber o apartamento, por conta das difíceis condições financeiras, estava vivendo em um quartinho nos fundos da casa de sua mãe, no bairro Bonsucesso.

“É muito importante ter uma moradia e foi o que pedi a Deus. Toda vez que entro nele (apartamento), é a mesma alegria há um ano. Ter uma casa é um presente de Deus”, disse o morador, que se dedica à limpeza e conservação dos espaços comuns do residencial. “Como eu sou autônomo, eu uso o meu tempo livre para limpar e zelar pelo nosso condomínio”.

Maria de Jesus de Carvalho

De Jesus posa na frente de seus esmaltes
De Jesus montou uma esmalteria e realiza serviços de manicure para complementar a renda

Prestes a celebrar 51 anos, Maria de Jesus de Carvalho tem uma relação mais que especial com o Maria Alves Carioca. Um ano atrás, De Jesus, como é chamada pelos amigos de bloco, recebeu as chaves da sua nova moradia exatamente no dia do seu aniversário. “No dia 23, assinei os papéis e, no dia 24 de maio, recebi o meu apartamento, no dia do meu aniversário”, lembra.

Ela destaca ainda o principal benefício com a chegada da casa própria. “Eu pagava um aluguel de R$ 500 e depois que recebi o apartamento, eu pude investir em outras coisas, inclusive na minha saúde”. Atualmente, ela montou uma esmalteria e realiza serviços de manicure para complementar a renda.

Trabalho social

Com foco em ações de desenvolvimento socioeconômico, gestão e mobilização social, educação ambiental e patrimonial, as famílias tiveram acesso a quase uma centena de atividades em menos de um ano de execução. As iniciativas incluem capacitações de incentivo ao empreendedorismo e renda, formações para o mercado de trabalho, além de informações sobre o uso eficiente de energia e água, cuidados com o descarte de lixo e valorização do convívio social.

Dona Sirliane Ferreira fez questão de destacar a participação em um dos cursos. “Esse trabalho social é muito gratificante, eu mesma participei do curso de culinária no qual nos ensinaram a produzir, montar o negócio e vender. Hoje, a gente tem uma noção e futuramente podemos até fazer um trabalho juntas, produzindo para buffet ou mesmo comercializar aqui no residencial”, sugeriu.

 

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Participantes manuseiam as peças
A ideia é que cerca de 60 pessoas participem dos dois cursos

As ações do trabalho social executado pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) avançam no residencial Maria Alves Carioca (Regional 5), principalmente aquelas voltadas para o eixo de desenvolvimento socioeconômico. Depois dos cursos profissionalizantes de gastronomia e de informática, dessa vez as capacitações são direcionadas para as áreas de designer de moda e de beleza.

Os trabalhos começam nesta semana e a expectativa é que cerca de 60 moradores participem das duas capacitações. “No designer de moda, eles farão a costumização manual de peças, enquanto no de beleza o foco será no corte e escova de cabelo”, explica a assistente social, Cácia Ramos.

O curso de designer de moda ocorre nas segundas, quartas e sextas-feiras, em parceria com a Comunidade Hebrom. Já o de beleza é ministrado às terças, quintas e sextas-feiras, com o apoio do Instituto Katiana Pena. Ambas as instituições estão localizadas no bairro Bom Jardim.

As formações, que estão com demandas formadas, devem se estender até o mês de junho.

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Educador social ensinando as crianças
As crianças utilizaram materiais recicláveis

Mais uma atividade do trabalho social promovido pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) movimentou o residencial Maria Alves Carioca, localizado no bairro Granja Lisboa (Regional 5). Dessa vez, o alvo da ação foi as crianças do empreendimento que puderam confeccionar brinquedos, a partir de materiais recicláveis.

Diante da quantidade de resíduos sólidos produzidos pelos moradores, a equipe que coordena os trabalhos teve a ideia de promover uma oficina de confecção de brinquedos. A atividade contou com a participação de cerca de 50 crianças que produziram as peças sob a orientação do educador social Francisco de Assis Moura. “Fui convidado para ensinar as crianças a tirarem do lixo o seu próprio brinquedo. Dessa vez, eu usei CDs e o meu pagamento foi ver o sorriso e a curiosidade delas na confecção dos brinquedos. Há ainda uma variedade de ideias para o uso de vários descartáveis”, salientou o orientador da oficina.

A ação faz parte do eixo de Educação Ambiental e Patrimonial desenvolvida junto às famílias beneficiadas com moradias no residencial Maria Alves Carioca, entregue pelo prefeito José Sarto em maio do ano passado.

Para a assistente social, Lívia Teixeira, a iniciativa é uma forma de despertar precocemente responsabilidades socioambientais. “A importância é despertar desde cedo nas crianças essa sensibilidade a respeito da preservação do meio ambiente, dos recursos naturais, do uso consciente e do reaproveitamento. Acho que quanto mais cedo a criança e o adolescente despertarem esse olhar, nós colheremos melhores resultados no futuro”, destacou.

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Alunos manuseando os computadores
Para João Pedro, 17 anos, o curso é mais uma oportunidade de capacitação

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 40 milhões de brasileiros não tiveram acesso à internet em 2019. A informação é da Pnad Contínua divulgada ano passado que afirmou também que 43% desse total não sabia utilizar a rede mundial de computadores. Com o objetivo de diminuir esse percentual entre moradores do residencial Maria Alves Carioca, a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) segue com o curso de informática básica.

A capacitação está levando para os participantes conhecimentos básicos sobre o tema, porém importantes para o cotidiano, é o que explica a professora Verúcia Teixeira. “O curso que estou ministrando é da área de tecnologia, sem restrição de idade, pelo qual eles vão aprender a utilizar um celular, um e-mail, fazer um Pix que são coisas com muita importância para a vida nos dias atuais”.

Para o estudante João Pedro Sousa, o curso é mais uma oportunidade de capacitação. “Esse curso é importante para a minha vida e para todos que estão fazendo, pois vai entrar no currículo para no futuro ir em busca de emprego que a maioria exige que saiba mexer em computadores”, observou o jovem de 17 anos.

A visão de João Pedro sobre o cenário atual de informatização é corroborada pelo especialista em Tecnologia da Informação, Delmy Oliveira. “Tudo hoje em dia passa pela tecnologia e a pessoa que não estiver habilitada para usar essas ferramentas, enfrentará séria dificuldades, pois como vai interagir num ambiente que é todo dependente dessa tecnologia”, alertou Oliveira.

Já no olhar da autônoma Ana Oliveira, a atividade agrega valores para além da formação. “O real valor do curso é estar aprendendo, é estar com pessoas, é estar se motivando. Isso agrega valores e faz a gente descobrir novas profissões e funções. Enfim é muito bom estar aprendendo”, disse a moradora, motivada.

Mais

O trabalho social no residencial Maria Alves Carioca teve início no segundo semestre do ano passado e já promoveu mais 60 ações juntos aos moradores. O curso de informática básica, assim como o de Gastronomia, fazem parte do eixo de Desenvolvimento Econômico do trabalho social.

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moradora do Maria Alves Carioca
Bruna Raabe é autônoma e pretende ampliar o menu depois do curso

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor) promove, nesta semana, um curso de gastronomia para moradores do residencial Maria Alves Carioca (Regional 5). A iniciativa faz parte do trabalho social desenvolvido dentro da política habitacional e acontece em parceria com a Movimento Saúde Mental Comunitária do Bom Jardim, que sedia as aulas.

Nessa etapa do trabalho social, o eixo de Desenvolvimento Econômico ganha relevância privilegiando capacitações que estimulam o empreendedorismo e a geração de emprego e renda. “O trabalho social é uma série de atividades que foram criadas e aprovadas para serem executadas junto às famílias beneficiárias. O eixo de Desenvolvimento Econômico tem o objetivo de capacitar essas famílias para gerar um incremento na renda familiar”, explicou a assistente social da Habitafor, Hellylane Pinheiro.

As atividades começaram nesta semana e têm a supervisão da professora e gastrônoma Georgia Goiana, que destacou o potencial do curso para a geração de renda para as famílias. “Todos eles estão sendo orientados para o empreendedorismo gastronômico, podendo assim comercializar na região onde moram ou para qualquer outro lugar, afinal eles vão produzir salgados de alta qualidade”, assegurou a docente.

Para a autônoma Bruna Raabe, a capacitação chega como oportunidade para ampliar o seu menu de produtos. “Eu já trabalho com doces e salgados, mas esse curso vai dar uma levantada nos meus produtos, pois vou colocar em prática tudo que aprender por aqui”, disse a moradora.

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Depois de famílias do residencial Heloneida Studart, no bairro Bom Jardim, passarem por capacitações, chegou a vez de moradores do conjunto habitacional Maria Alves Carioca, na Granja Lisboa, terem acesso ao curso de informática básica promovido pelo trabalho social. A ação faz parte da política de habitação executada pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor).

Com uma turma para cerca de 30 participantes, a formação na área de informática integra o eixo de Desenvolvimento Econômico que, além de estimular práticas de empreendedorismo e renda, atua em capacitações que podem facilitar o acesso dos moradores ao mercado de trabalho. “Nesta etapa do trabalho social, os moradores terão acesso a cursos que darão oportunidades de capacitação e aprimoramento visando ao ingresso no mercado de trabalho, assim como o desenvolvimento de aptidões voltadas para o empreendedorismo e a consequente geração de trabalho e renda”, destaca a assistente social da Habitafor, Hellylane Pinheiro.

O curso de informática básica começa nesta segunda-feira (07/03), das 18h às 22h, na Escola Maria Alves Carioca, conhecida com CAIC, e será ministrado pela professora de Cursos Técnicos e Profissionalizantes na área Administrativa e de Tecnologia da Informação da Secretaria de Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS), Verúcia Cabral Teixeira.

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A Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional (Habitafor) realiza na próxima sexta-feira (11/02), no residencial Maria Alves Carioca, uma oficina de capacitação acerca do uso consciente da água. A atividade contará com a parceria da Companhia de Água e Esgoto do Estado do Ceará (Cagece) e ocorrerá no próprio empreendimento localizado no bairro Granja Lisboa, na Regional 5.

De acordo com a Coordenadoria de Programas Sociais (COPS) da Habitafor, a iniciativa tem como principal objetivo sensibilizar as famílias quanto aos desperdícios e o consequente uso racional desse recurso natural. “Esta atividade integra o eixo do trabalho social que trata sobre Educação Ambiental e Patrimonial que, além de chamar atenção para a utilização correta da água, também leva em consideração os cuidados com o lixo, uso inteligente da energia, bem como o zelo com o patrimônio focando nas próprias moradias e nos espaços comuns”, detalha a responsável pelo setor, Andréa Cialdini.

Iniciado em julho do ano passado, o trabalho social no residencial Maria Alves Carioca promoveu 16 ações que geraram 55 atividades, mesmo cumprindo os protocolos sanitários impostos pelo período pandêmico. “Cabe ressaltar que em março, há previsão de dar início aos cursos do eixo de Desenvolvimento Econômico que têm o objetivo de qualificar profissionalmente os moradores em idade adulta, a fim de possibilitar a inserção destes no mercado de trabalho e o aumento da renda familiar”, disse a coordenadora.

Mais

O trabalho social é uma atividade transversal desenvolvida junto aos beneficiários dos programas habitacionais. Em 2021, mesmo com as restrições impostas pela pandemia, mais de 8.500 famílias foram impactadas direta ou indiretamente pelas atividades do trabalho social. Essas ações visam principalmente empoderar as famílias quanto a questões sobre mobilização, organização e fortalecimento social, acompanhamento e gestão social da intervenção habitacional, educação ambiental e patrimonial, além do desenvolvimento socioeconômico.

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